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Ansiedade Mata? (PS.: o próximo de nervoso!)

Ansiedade Mata? (PS.: o próximo de nervoso!) 

Talvez não haja necessidade em se conectar com alguém que esteja ao seu lado, mas vem cá, pára aí, pensa aí – o que você quer está sendo feito, ou pelo menos planejado naquele momento e/ou naquele celular?

Não existe nada mais irritante do que você estar lado a lado de uma pessoa e essa pessoa olhar o celular a cada 5 minutos, o que nos dá a sensação de que estamos treinando para algum tipo de competição ultra, mega importante e essa pessoa tem em mãos – não um celular – mas um cronômetro! Sim ela (ele) vira o seu personal treine.
Talvez não haja necessidade em se conectar com alguém que esteja ao seu lado, mas vem cá, pára aí, pensa aí – o que você quer está sendo feito, ou pelo menos planejado naquele momento e/ou naquele celular?
Mas, tá, vamos raciocinar um pouquinho:
Uma empresa internacional da Inglaterra revelou em uma pesquisa que
quase 1 em cada 5 pessoas se sentia ansioso o tempo todo, ou uma grande parte
do tempo. Além disso, de acordo com a Associação de Ansiedade e Depressão da América (ADAA), relatou que transtornos de ansiedade são a doença mental mais comum em os
EUA, afetando 40 milhões de adultos com mais de 18 anos. Pense sobre isso. Quarenta
milhões de pessoas ansiosas. Se uma pessoa se preocupa com cada um deles, o que
significa, pelo menos, mais 40 milhões de pessoas são afetadas por sua vez pela ansiedade alheia. Você provavelmente poderia ser esse casal, triplicar ou quadruplicar esse
número de possibilidade, é claro. Claramente ansiedade não é uma condição trivial. Se você é a pessoa que ama ou se
importa com uma pessoa ansiosa, você vai saber o quanto é importante para ouvir
e incentivá-los a obter ajuda para lidar com a sua ansiedade. Às vezes, no
entanto, que pode acontecer é todo esse cuidado não ser o suficiente para você ser capaz de lidar.
Isso, só em USA!
=/
Bom, o café acabou aqui e, veja bem, qual a minha necessidade nesse capricho: xícara bonitinha + café + música. Tudo bem que tudo funciona melhor com música.  Mas eu estive analisando que alguns de meus textos saíram ‘falados”. Mas, veja bem, era isso mesmo que eu queria com você: falar. Uma vez que você está aí do outro lado, e eu não te conheço, essa ideia vai primeiro por escrita 🙂
Ok. Mas se ansiedade não é o seu ponto, você já parou para listar as suas atitudes com os semelhantes, principalmente com quem está ao seu lado iniciando uma conversa? Já reparou que você está escrevendo por desejo de se conectar? pelo desejo de interagir? E na maioria das vezes interpretamos o que o outro escreve a nossa maneira. 
(Vance joy)

E pensando nisso, hoje quando eu estava voltando pra casa, viajei ouvindo “Vance Joy” e pensando: 
– “Poxa! Essa linguagem internauta está liquidando os corações e a vida humana”  

(É, eu sei, exagerei!)
Mas é sério! Muito sério isso!
E os e-mails estilo “cartas – postais”: sumiram também.
Demonstrações sentimentais por emojis? Você pretende nunca mais sorrir, então?